domingo, 4 de setembro de 2016

Cães Negros

A imagem do cachorro de cor preta geralmente é vista de forma negativa pela sociedade. Sempre gerando medo e desconfiança, grandes cães negros eventualmente são vítimas de violência nas mãos de pessoas que os associam a seres demoníacos. Isso se deve ao fato de monstros e demônios com a forma de cão, sempre terem feito parte do imaginário popular.
O animal de má fama
Desde o início da sociedade humana até os dias atuais, houveram relatos sobre deuses, monstros e demônios com forma de cachorro, capturando almas e as levando para o mundo das trevas. No Antigo Egito o deus Anúbis, guardião e condutor para o outro mundo é representado por um chacal ou por um homem com cabeça de chacal. Na mitologia grega a deusa Hecate tem como mascote, Cérbero, o terrível cão de três cabeças que é o guardião dos portais do Tártaro. Na mitologia pré-islâmica, há três interessantes representações do cachorro como um ser sobrenatural. Primeiro como um fiel companheiro do homem, em uma lenda ele é criado por Deus para proteger Adão e Eva de animais que foram convocados por Satanás para atacá-los. Em outra, ele é feito do mesmo barro que Adão, tanto é assim que a palavra sag (dog) deriva do termo she-yak (o terceiro, um terceiro) que indica o senso de humanidade do animal. Mas em um outro mito ele surge como um resultado dos pecados dos homens. Hoje em dia, cães demoníacos são mais comumente mencionados pelo folclore Inglês, onde são conhecidos como Barghest.

Observações de sítios arqueológicos indicam que o homem primitivo usava o cachorro para destruir cadáveres. Os romanos por exemplo, os usavam para devorar os mortos sem nenhuma importância que não mereciam um enterro melhor. Isso deve ter conectado a ideia de que o cão também estava devorando a alma do morto e por isso, com o passar do tempo o cachorro, principalmente o de cor negra, passou a ter uma percepção muito negativa pela sociedade. Havia um decreto do profeta Maomé que mandava matar todos os cães que fossem totalmente negros. E com o desenvolvimento do cristianismo, eles passaram a ser cada vez mais associados com o pecado, a prostituição, o mal e as trevas.
O monstro
Cães das Trevas são descritos como enormes cães totalmente pretos ou vermelhos como o sangue, com grandes olhos vermelhos ou de um amarelo alaranjado como chamas, possuem um forte cheiro de enxofre e pelo eriçado. Eles são vistos em locais isolados como trilhas, encruzilhadas, sítios pré-históricos, igrejas abandonadas, cemitérios e necrópoles. São dotados de habilidades incríveis como força e velocidade muito acima do normal, podem passar através de objetos sólidos, desaparecer, se auto-incendiar, cuspir fogo e falar como os humanos. Cães negros podem ter cabeças e pernas humanas ou de outros animais mas também há relatos de cachorros sem cabeça e até mesmo com duas ou três cabeças. Nas lendas eles estão geralmente relacionados ao inferno, como sendo guardiões de suas rotas ou mesmo seus emissários e costumam aparecer para levar as almas dos condenados. Nessas histórias dizem que se alguém, mesmo que seja um inocente, encara-los nos olhos por três vezes certamente irá morrer.

O registro mais antigo de sua aparição data de 1127, quando dois padres viram caçadores montados em animais totalmente negros que eram uma estranha mistura de cavalo e bode, seguidos por uma matilha de cães negros com horríveis e enormes olhos brilhantes. O pior relato é de 1157, quando houveram ataques dessas criaturas durante duas missas. Em ambos os locais houve morte e sinais de arranhões nas portas das igrejas.

sábado, 3 de setembro de 2016

Sídhe / Banshee



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Os cavaleiros Sidhe, de John Duncan (1911)
Sídhe, sìth, sidh é uma palavra gaélica (irlandesa e escocesa) que se refere a pequenas colinas ou montes de terra imaginados como o lar de um povo sobrenatural de espíritos da natureza vinculado às fadas, janas e elfos de outras tradições, e posteriormente, a seus supostos habitantes, propriamente Aes Sídhe, Daoine Sídhe ou Duine Sìth, o "povo das colinas" (em irlandês moderno, Aos Sí, que se pronuncia "és xi")
Muitos vêem os Sídhe como uma versão folclorizada dos Tuatha Dé Danann ("povo da deusa Danu"), que abandonaram a Irlanda para viver no Outro Mundo depois de derrotados pelos milésios (os irlandeses atuais). De acordo com o Lebor Gabála Érenn (O Livro das Invasões), os Tuatha Dé Danann ou Daoine Sídhe, foram derrotados em batalha pelos mortais Filhos de Míl Espáine. Como parte dos termos de rendição, os Tuatha Dé Danann concordaram em residir no subsolo, em síde (singular síd), as pequenas colinas, freqüentemente artificiais (túmulos pré-históricos) que são comuns na paisagem irlandesa. A cada líder de uma das tribos dos Tuatha Dé Danaan, foi dado uma colina. Posteriormente, tanto os montes quanto as entidades sobrenaturais se tornaram conhecidas pela mesma palavra: síd; com a mudança da língua através dos tempos, tornou-se sídhe, sìth e .

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"Mound of the Hostages", em Tara, Irlanda, datado de 1.800 a.C.
Na crença e prática popular, os sídhe foram freqüentemente reverenciados com oferendas e toma-se cuidado para que eles não fiquem irados. Deles usualmente se fala através de eufemismos como "Os Bons Vizinhos", "O Povo das Fadas", "Os Nobres" ou simplesmente, "O Povo", na esperança de que se os humanos os considerarem gentis, provavelmente eles assim o serão.
Banshee ou bean sídhe, significa "mulher dos Sídhe". Todavia, a expressão passou a indicar especificamente as mulheres sobrenaturais da Irlanda que anunciam uma morte iminente com seus gritos e lamentos. Sua contraparte na mitologia escocesa é a Bean Nighe – a lavadeira que é vista lavando as vestes ou a armadura ensanguentada da pessoa fadada a morrer.

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outro sídhe ou "morro das fadas" na Irlanda
Outros nomes comuns são "Leanan sídhe" - a "fada amante"; o Cait Sidhe – um gato encantado e o Cu Sith – cão encantado. Os "sluagh sídhe"; "a hoste das fadas" – são algumas vezes representados no folclore irlandês e escocês como espíritos que se movem pelo ar como bandos de pássaros. São de natureza desagradável e talvez representem os mortos amaldiçoados, maléficos ou sem descanso.
Os sídhe são por vezes vistos como ferozes guardiães de suas moradas – sejam elas uma colina encantada, um círculo das fadas, uma árvore especial (freqüentemente um pilriteiro), ou um lago em particular ou uma floresta. O Outro Mundo celta é visto como mais próximo durante o crepúsculo e a aurora, que por isso são especiais para os Sídhe, bem como para festivais como o Samhain. Os Sídhe são geralmente descritos como estonteantemente belos, embora possam também ser terríveis e asquerosos.

Banshee é um espírito feminino originado da Irlanda, tida como um presságio ou mensageira da morte é também como um anjo caído.
As Banshees podem aparecer de várias formas para avisar quando as pessoas irão morrer, podem aparecer como velhas horrorosas assustadoras com os seios caídos e asas esfarrapadas como de morcegos, ou com a forma de corvos, ratazanas ou lebres negras, mas ela também aparece como uma mulher bela, mas com a roupa manchada de sangue.
Às vezes ela não é vista, e para avisar a hora da morte de alguma pessoa sem querer ser vista, a Banshee apenas grita, lamenta e uiva, geralmente 7 dias antes da morte da pessoa, assim cada grito é um dia de vida e, se apenas um grito fosse ouvido, naquela mesma noite estaria morto.


As Banshees às vezes são associadas com anjos da morte ou até mesmo as sereias e fadas, por ter alguns costumes e características semelhantes.


Elas têm vestidos longos e esfarrapados cinzas, brancos ou pretos, o cabelo longo que a mesma como as serias, penteia com pentes de prata na beira de um rio, dizem que são da mesma família das fadas, e são a forma mais tenebrosa delas.

Cernunnos



Cernunnos é, com toda a probabilidade, a mais antiga divindade do panteão celta. Há sinais, inclusive, de que ele seja anterior às invasões celtas. Não podemos esquecer que, se boa parte da Europa foi colonizada por sua cultura, as zonas por eles controladas já estavam ocupadas por outros povos com os quais por força tiveram de fundir-se para subsistir, não havendo motivo para que suas crenças fossem aniquiladas.

Independentemente de sua origem, Cernunnos, o deus de chifres, desempenha uma função importante não só por se tratar do Senhor dos Animais — domésticos ou selvagens —, mas também da Fertilidade e da Abundância — regulando as colheitas dos grãos e das frutas. Posteriormente, foi considerado também o deus do dinheiro. Os romanos quiseram identificá-lo com o seu Dis-Pater, que tinha influência sobre os mortos, apesar de as funções de Cernunnos não coincidirem por completo.

Sua primeira representação conhecida está presente em uma gravação sobre rocha datada do século IV a.e.c. encontrada no norte da Itália. Ali ele já aparece como um ser de aspecto antropomorfo, dotado de dois chifres na cabeça e dois torques em cada braço. O torque — uma espécie de colar torcido com as extremidades em forma de argola — é um atributo de poder e às vezes de realeza utilizado pelos grandes chefes ou pelos guerreiros mais destacados para que fossem identificados como mestres na sociedade celta e devia ser colocado apenas no pescoço ou nos braços: trata-se de uma série de tiras de metais preciosos entrelaçados em meio a um charmoso desenho em espiral nas formas de colar e pulseira que não fechavam.


Ao lado de uma imagem de Cernunnos, encontrada no norte da Itália, estava desenhada uma serpente — símbolo da fertilidade, do renascimento e da sabedoria que mais tarde foi satanizada — com cabeça de carneiro e uma figura com o pênis ereto — concedendo uma ideia de ferocidade. Imagens similares podem ser encontradas em toda a Europa.

  Frequentementeé representado acompanhado por animais, principalmente cervos e touros, que se alimentam de um grande saco que tem em seu poder, ou por serpentes que se alimentam da fruta oferecida entre suas pernas. Em algumas ocasiões, aparece sentado na posição de Buda. Encontramos seu nome escrito em apenas uma ocasião: em um relevo em sua homenagem elaborado por marinheiros do inicio do século II d.e.c., no qual, além dos chifres, o deus tem orelhas de cervo.

Sua imagem mais famosa é a do caldeirão de Gundestrup, um charmoso recipiente de prata de 36 centímetros de altura utilizado em rituais e que foi encontrado na Jutlândia, Dinamarca, quebrado em cinco pedaços. A peça foi reconstituída para que pudesse ser admirada em toda a sua beleza. Neste caldeirão, Cernunnos senta-se com as pernas cruzadas, com um torque no pescoço e outro na mão direita e segura uma serpente com a mão esquerda.

Das figuras que o acompanham, destacam-se um cervo de um lado e o que poderia ser um javali do outro lado. Também aparece um homem montado em um salmão — o peixe da sabedoria — e dois animais da mesma espécie que se enfrentam. Outro relevo em pedra — este encontrado no sudoeste da Inglaterra — o mostra com as pernas formadas por duas grandes serpentes com cabeça de carneiro sobre algumas bolsas de dinheiro colocadas ao lado do deus. Em uma moeda de prata inglesa, ele aparece com uma roda, signo solar, entre os chifres.


Os deuses com chifres são sempre identificados como entidades de sabedoria e de poder. Na Antiguidade, tais protuberâncias cefálicas podiam ser levadas apenas pelos mais viris, e não no sentido em que são entendidas vulgarmente nos dias de hoje, como indivíduos muito fortes e agressivos, mas no da própria etimologia latina. Um tipo viril era um homem com todas as letras, dotado de todas as qualidades presumíveis, mas demonstradas apenas por indivíduos reais: valor, honra, masculinidade, entre outros. Os chifres mostravam, além de tudo isso, que esse indivíduo desfrutava de sabedoria sobre o mundo.

Um conto popular gaélico fala sobre viajantes que chegam a uma ilha misteriosa na qual encontram apetitosas maçãs. Após mordê-las, chifres crescem em suas testas e eles passam a compreender muitas coisas que acontecem ao redor do mundo. Uma lenda escocesa afirma que tais chifres apareciam na cabeça dos melhores guerreiros quando eles se preparavam para o combate há muito tempo, ainda na “infância” da humanidade. Os vikings são popularmente mostrados como terríveis piratas que usavam capacetes com chifres. Porém, eles nunca levavam adornos semelhantes aos combates, pois isso representaria um grande incômodo se realmente o fizessem. Na verdade, utilizavam capacetes lisos, quase sem ornamentos, muito mais práticos. Os capacetes com chifres eram utilizados apenas em cerimônias religiosas. Uma das famosas esculturas de um dos maiores artistas de todos os tempos, Michelangelo Buonarrotti, é sua representação de Moisés. A obra, que data do século XVI, mostra dois chifres e encontra-se na basílica de São Pedro, em Roma.


sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Moais (Ilha de Páscoa)





A Ilha de Páscoa é uma ilha do sul do Oceano Pacifico, e é famosa por suas estátuas de pedra, chamadas de Moais.

Os Moais são estátuas esculpidas das pedras do vulcão Rano Raraku, e estão espalhados por toda a ilha, a maior delas tem 22 metros, e o motivo de sua construção e por quem foi, ainda é um mistério assim como Stonehenge.
Existem mais de 1000 Moais na Ilha de Páscoa, alguns estão soterrados, e outros um pouco quebrados devido ao clima, e estarem no mesmo local a milênios, há muitas duvidas sobre sua criação, por ser um lugar pequeno e isolado, não poderia originar sozinho esculturas espetaculares sem o contato com outras civilizações mais evoluídas.
As hipóteses variam mais uma vez sobre extraterrestres, por terem sido transportadas, de um lugar longe dos Ahus, e pesarem mais de 20 toneladas, um peso que humanos não conseguiriam carregar sem alguma ajuda de maquinas, ou avanços tecnológicos, até por que para a época, os humanos não tinham vasto conhecimento sobre isso. E outra é que existia um rei de uma ilha, com poderes sobrenaturais, que havia levantado os Moais de seu ponto de origem, até as proximidades da beirada da Ilha, pois seriam gigantes habitantes de uma ilha que havia sido afundada pelas águas.
O holandês Jacob Roggenveen foi o primeiro ocidental, a visitar o local em 1722 e encontrou nativos de pele clara e cabelos ruivos, os supostos criadores dos Moais, mas isso pode ser descartado, até por que eles não poderiam construir grandes maquinas como guindastes para a locomoção das estátuas gigantes.


Muitos estudos foram feitos, e ainda não chegou a conclusão mas os Moais, ainda são um dos mais inexplicáveis mistérios do planeta Terra.

Heimdall

Heimdall, Heimdallr ou Heimedal, na mitologia nórdica, era o vigia e guardião da "Bifrost", ponte do arco-íris (a ponte que conduzia a Asgard) e dos deuses. Não se sabe ao certo de quem ele é filho, alguns acreditam que seja filho de Gigantes, e outros, que seja filho das nove filhas de Aegir. O surgimento deste deus é obscuro, pois o poema que continha a descrição desta história se perdeu no tempo. 
Características:
  Heimdall era geralmente descrito como um homem alto, de cabelos escuros, queimados pelo sol e de rosto um pouco enrugado. Vestia uma túnica branca, usava botas de pele de foca, e utilizava pulseiras de ouro e prata nos braços. Carregava em uma das mãos uma pesada espada.   O deus é dotado de incrível visão e audição, consegue enxergar perfeitamente durante a noite, e podia ouvir até o som da grama crescendo em Midgard. Outra característica interessante era que ele não precisava dormir, dessa forma se mantinha em alerta o tempo todo. Diz o Edda em prosa que ele guardava seu ouvido na fonte de Mimir, e por isto podia ouvir tudo o que acontecia nos nove mundos de Yggdrasil.  Heimdall possuia um salão entre as falésias, chamado Himinbjorg. Ele também tinha um par de brilhantes dentes de ouro. Talvez seja por isso que ele é considerado às vezes como um deus da luz.  
 Lendas  
  De acordo com o poema Rígsþula, Heimdall teria ido a Midgard, sob o nome de Rig, e lá ele se hospedou na casa de três familias distintas (uma humilde, outra mediana e a última muito rica), e ele dormiu na cama do casal entre o homem e a mulher, e assim passados nove meses, nasceu um filho em cada família, sendo estes os ancestrais de cada casta, os servos, os camponeses donos de terras, e os nobres e chefes das tribos.   Apesar de ser conhecido como o imóvel vigia da Bifrost, O deus participou de muitas festas, (incluindo uma apresentada no poema Lokasenna, onde os deuses se reúnem para uma festa só para ver Loki causar uma cena e discutir com muitas outras divindades, como Skadi) e também esteve presente no funeral de Balder, ocasião na qual ele montou seu cavalo chamado Gulltop.  No Ragnarok ( o apocalipse nórdico), Heimdall irá soar a buzina uma última vez para alertar os deuses do final, e também para reunir-los para a batalha final. Nesse dia ele enfrentará seu eterno inimigo, o deus da trapaça, Loki, e a este ele vencerá, porém após a peleja, acabará morrendo pelos ferimentos sofridos durante o combate.
  Culto
  Não há indícios de um culto ao deus Heimdall, sabe-se que sua principal atribuição era guardar a ponte Bifrost ou ponte do Arco-iris, que leva ao mundo dos Aesir. E também que deveria tocar sua corneta Gjallarhorn se qualquer inimigo se aproximasse e também para avisar aos deuses quando o Ragnarök começasse.

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Stonehenge




Stonehenge é um famoso monumento pré-histórico, fica no Sul da Inglaterra, e acredita-se que foi construído, para observação de fenômenos astronômicos.
Existem muitas lendas e mitos sobre Stonehenge, pois não se sabe ao certo para que sirva e quem foi que construiu. Alguns cientistas, afirmam que podem ter sido os Druidas, outros dizem ter sido Romanos ou Atlantes, e até hipóteses sobre extraterrestres, por os seres humanos não terem condições naquela época de erguerem mais de 49 toneladas.
Stonehenge pode ter sido construída em 3 vezes, a primeira, só foram colocadas pequenas pedras, formando um simples circulo, com uma entrada e alinhado com o por do sol, fases da lua e o ultimo dia de inverno, a parte interna do circulo encontravam-se madeiras com furos, como um templo, que continham resto de seres humanos queimados. Já a segunda parte, foram trocadas algumas peças dos santuários de madeira e tiradas algumas pedras para a recolocação de outras maiores, e por fim a terceira parte, quando foram postas as rochas maiores e mais pesadas, e a lua e o sol já estavam alinhados para serem observados.
Alguns fenômenos que aconteceram a 150 metros de Stonehenge, os chamados círculos ingleses, ou ‘sinais nas plantações’, podem ter sido feitos por extraterrestres, ou energia ocultas invisíveis. Isso aumenta as chances de Stonehenge envolver em sua construção outras civilizações terráqueas ou não.
As hipóteses de motivos de Stonehenge são para observação dos Solstícios de Verão, inverno, Eclipses, Pôr do Sol e da Lua, entre outros, já que no dia 21 de Junho, o Sol nasce em perfeita exatidão sob a pedra principal.
Stonehenge é um lugar místico, pois para alguns, podem ter sido utilizadas para fins religiosos e até sacrifícios, mas no local, não existiram lixos e resíduos sólidos, então se trata de um local sagrado.
As rochas que compõem Stonehenge alternam os pesos, e os tamanhos, algumas pesam 4 toneladas e vão até mais de 45 toneladas, já os tamanhos variam até 5 metros.

Medusa / Górgonas

Filha das divindades marinhas Fórcis e Ceto, Medusa teria sido originalmente uma bela e atraente donzela que era sacerdotisa do templo de Atena. Um dia ela teria cedido às investidas do "Senhor dos Mares", Poseidon, e deitando-se com ele no próprio templo da deusa Atena; a deusa da sabedoria ficou muito enfurecida e transformou Medusa e suas irmãs, Esteno e Euríade, em criaturas repugnantes que passaram a ser conhecidas como as irmãs Górgonas. Elas passaram a ter pele escamosa e enormes serpentes na cabeça ao invés de cabelo. Também é dito que Medusa possuía asas de ouro, presas de bronze e um rosto tão horrível de se contemplar que a mera visão dele transformaria todos que o olhassem em pedra, além de tudo isso sua imortalidade fora removida pelo feitiço da deusa.

Depois do terrível feitiço, as irmãs Górgonas passaram a viver escondidas em uma caverna no ocidente da Grécia, próximo a um país chamado de Hespérides. Diz à lenda que nas proximidades desta caverna em que viviam as irmãs, existiam vários homens e animais petrificados, pois estes teriam olhado diretamente para Medusa. Assim, as irmãs de Medusa e ela, passaram a ser temidas por toda a Grécia.

Um rei muito temido chamado de Polidectes, de uma ilha chamada Cíclades, ordenou certa vez que a um jovem chamado Perseu fosse até a caverna de Medusa e lhe arrancasse a cabeça. Caso Perseu não fizesse isto, Polidectes prometia violentar sua mãe, Dânae. A deusa Atena ficou emocionada com a história de Perseu e juntamente com os deuses Hermes e Hades o ajudou a cumprir sua missão.

Hades lhe deu um elmo que lhe tornaria invisível, Hermes lhe deu sandálias aladas, e Atena lhe deu um escudo de bronze bastante brilhante e um alforje para transportar a cabeça de Medusa. Então um dia, enquanto as irmãs dormiam, Perseu entrou na caverna, guiado apenas pelo brilho de seu escudo e com a ajuda de seu elmo invisível, voou sobre as irmãs com as sandálias aladas e desafiou Medusa. Ele conseguiu decapita-la sem olhar diretamente para ela devido ao reflexo dela no escudo.

Quando Perseu separou a cabeça da Medusa de seu pescoço, duas criaturas nasceram de seu sangue: o cavalo alado Pégaso e o gigante dourado Crisaor, resultantes da união profana de Medusa e Poseidon.

Perseu levou a cabeça em sua jornada de volta à ilha de Cíclades, usando-a como arma por diversas vezes (incluindo contra o próprio rei Polidectes), ate finalmente entrega-la para Atena, que a colocou em seu escudo, o Aegis, para lhe servir como proteção.

Até hoje para os gregos a face da Górgona é tida como um poderoso amuleto para afastar o mau.